Empréstimo consignado

Empréstimo consignado do Auxílio Brasil – Confira as atualizações

O governo federal anunciou o crédito consignado para os beneficiários do Auxílio Brasil. Meses após o anúncio, o empréstimo ainda não estava disponível e os espectadores do programa não tinham informações.

A princípio, o lançamento estava programado para começar em setembro, mas as previsões foram adiadas. Mesmo com mais de 17 bancos aprovados para ofertar o crédito, permanece a incerteza sobre as taxas de juros, segundo o Departamento do Trabalho.

No consignado, o valor do empréstimo é descontado diretamente da folha de pagamento do contratante (no caso, o benefício), o que praticamente elimina a possibilidade de inadimplência e permite uma menor taxa de juros.

O Planalto não limita essas taxas, no entanto, o que significa que a agência é essencialmente livre para cobrar o quanto quiser.

Endividamento

Analistas e tecnólogos do Ministério da Economia e Cidadania estão preocupados que os bancos estejam cobrando altas taxas de juros, elevando os níveis de endividamento das famílias de baixa renda. Não há limites de juros definidos, nem mesmo nas medidas temporárias assim criadas.

O presidente-executivo deve iniciar as discussões com a pasta do governo sobre o assunto nesta semana. Nas próximas semanas, deve ser publicado novo regulamento com detalhes sobre embarque do Auxílio Brasil

Grandes bancos ficam de fora

Da forma como a folha de pagamento é projetada, os cidadãos podem usar até 40% de seus benefícios para quitar dívidas. Considerando que o parcelamento mínimo é de 400 reais, já que os 200 reais adicionais não são pagos até dezembro, a parcela pode chegar a 160 reais por mês.

“Os beneficiários que vão receber 400 reais terão apenas 240 reais para comprar alimentos, remédios, pagar aluguel, água, luz. Portanto, o programa perderá completamente sua finalidade”, afirmou em nota o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). .

Nessa perspectiva, os grandes bancos nacionais decidiram não aderir ao modelo. “Sabemos que quando esse benefício acabar, essas pessoas terão mais dificuldades”, disse Octavio de Lazari Junior, presidente do Bradesco.

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