INSS: veja como contribuir de forma correta!

O Instituto Nacional de Assistência Social (INSS) é um órgão autoritário do governo federal dentro do Ministério do Trabalho e Previdência Social que recebe doações para manter o sistema previdenciário. Todo profissional brasileiro deve contribuir com o sistema autocrático que garante benefícios previdenciários.

Por isso, é de extrema importância que os trabalhadores saibam a forma correta de contribuir. Agora, saiba a forma correta de contribuir com o INSS e proteja seus direitos.

Trabalhadores de Carteira Assinada

Para quem tem carteira assinada, essa é a forma mais fácil de contribuir, pois os trabalhadores não precisam tomar nenhuma iniciativa. O dinheiro é descontado direto da folha de pagamento, o que é simples e fácil de fazer.

No entanto, pode haver alguns problemas para os desempregados por não reunirem as condições necessárias para serem segurados do INSS. Ou seja, você não tem direito a benefícios de aposentadoria, invalidez ou morte, ou outros benefícios.

Trabalhadores informais

O Guia da Previdência Social (GPS) está disponível para trabalhadores informais e desempregados que desejam continuar contribuindo com o município. O GPS assegura as condições em que os cidadãos se tornam segurados do INSS e têm direito a pensões de reforma, subsídio de maternidade, subsídio de morte, etc.

Para garantir as orientações previdenciárias, os beneficiários precisam preencher os dados no site Meu INSS, que também pode ser feito por meio do aplicativo, que está disponível para Android e iOS e é gratuito.

Além disso, se você pagar com atraso, poderá ser cobrado em menos de 6 meses. Atrasos superiores a 6 meses terão que ser reaplicados e os contribuintes perderão a condição de segurado e o direito aos benefícios do INSS.

Quem pode fazer contribuições facultativas?

  • Homens e mulheres que exercem trabalho doméstico exclusivamente, no âmbito de sua residência;
  • Síndico de prédio ou condomínio quando não recebe um salário;
  • Estudantes em geral;
  • Brasileiro que está no exterior acompanhando o cônjuge a trabalho;
  • Brasileiros que deixaram de ser segurado obrigatório por perder o serviço;
  • Membro do Conselho Tutelar que não esteja cadastrado em nenhum regime de Previdência Social;
  • Estagiários contratados sob a Lei n°11.788, de 2008;
  • Bolsistas que dediquem tempo integral a estudos, pesquisas, doutorados e mestrados;
  • Presidiários que não trabalhe remuneradamente;
  • Brasileiro que mora ou é domiciliado fora do país;
  • Segurado que for recolhido à prisão em regime fechado ou semiaberto, que preste serviços, seja dentro ou fora da unidade prisional ou que exerça atividades artesanais por conta própria;
  • Atletas que recebam o Bolsa-Atleta, desde que não façam parte de um regime próprio de Previdência Social.

Confira: Veja o passo a passo para consultar o valores a receber do INSS

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