Primeira parcela do Bolsa Família de R$ 600 cai amanhã

Primeira parcela do Bolsa Família

A primeira parcela do Bolsa Família 2023 será paga amanhã, quarta-feira (18). O depósito será transferido para a conta digital do Caixa Tem de cada beneficiário.

Vale lembrar que a transferência é feita de acordo com o último dígito do NIS do beneficiário, começando pelo número 1.

Veja o calendário do mês de janeiro a seguir:

  • NIS de final 1: dia 18 de janeiro;
  • NIS de final 2: dia 19 de janeiro;
  • NIS de final 3: dia 20 de janeiro;
  • NIS de final 4: dia 23 de janeiro;
  • NIS de final 5: dia 24 de janeiro;
  • NIS de final 6: dia 25 de janeiro;
  • NIS de final 7: dia 26 de janeiro;
  • NIS de final 8: dia 27 de janeiro;
  • NIS de final 9: dia 30 de janeiro;
  • NIS de final 0: dia 31 de janeiro.

Vale ressaltar também que os beneficiários com o último dígito de NIS 4 ou 9 receberão um adiantamento. Esses beneficiários receberam na segunda-feira, mas o benefício foi adiado para sábado.

Isso significa que os beneficiários que tiverem o último dígito NIS de 4 poderão transferir dinheiro já no sábado, 21 de janeiro. Na semana beneficente que termina em 9, o mesmo deve acontecer. Desta vez, as famílias poderão transferir dinheiro no sábado, 28 de janeiro.

Parcela extra do Bolsa Família

Uma parcela extra do Bolsa Família, no valor de R$ 150 para famílias com filhos menores de seis anos, não será depositada em janeiro. A expectativa do Ministério do Desenvolvimento Social é que esse valor comece a ser repassado aos seus beneficiários a partir de março de 2023.

“Vamos agora em fevereiro ter condições de apresentar uma proposta para o novo Bolsa Família e já iniciar o programa integrado com os municípios que estão trabalhando uma retomada por meio da Rede SUAS [Sistema Único de Assistência Social]”, disse o ministro do Desenvolvimento Social Wellington Dias.

Pente fino do Bolsa Família

O Ministério do Desenvolvimento Social está trabalhando no recadastramento das famílias no CadÚnico. Até o momento, foram encontradas 10 milhões de famílias com dados desatualizados. A área responsável já esperava por isso, pois a atualização dos dados do CadÚnico foi interrompida durante a pandemia do COVID-19.

Embora os números sejam impressionantes, é o número de casos de supostas violações que preocupa o novo ministro. Até o momento, 2,5 milhões de famílias foram identificadas como potencialmente usando informações fraudulentas para obter benefícios do Auxílio Brasil.

A equipe de transição do governo Lula já alertou para essa possibilidade. A equipe descobriu que, entre setembro de 2021 e agosto de 2022, houve um aumento incomum no número de contas individuais. Em 11 meses, esse número chegou a 5 milhões.

Wellington Dias comentou a situação após a posse da nova CEO do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros. O ministro informou que ele tinha prioridades. “Vamos começar com os 2,5 milhões de domicílios com mais sinais de problemas e depois vamos aumentar para 10 milhões para completar as informações que faltam no cadastro. Estamos cruzando os dados para começar o recadastramento em fevereiro.”

Dias espera que o cadastramento do CadÚnico abra espaço para ajudar as famílias que realmente precisam, ou seja, aquelas que pertencem a grupos em situação socioeconômica difícil. Além disso, vale lembrar que, em novembro de 2022, cerca de 128 mil famílias aguardavam na fila uma vaga gratuita para receber ajuda do Brasil.

“Por um lado, temos a contribuição de quem está de fora e tem direito ao programa; do outro, a saída dos irregulares. Sempre com ênfase em zelar com muito cuidado para que possamos cuidar de quem mais precisa”, disse o ministro Wellington Dias, defendendo a reformulação do programa CadÚnico.

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