Auxilio Brasil

Saiba a verdade por trás das notícias que circulam sobre o Auxilio Brasil na internet para 2023

O presidente eleito, sem tomar posse, tornou-se alvo de fake news espalhadas pela internet. A fake news incluía dizer que, além de encerrar o programa em quatro meses, o PT reduziria o Auxílio Brasil de R$ 600 para R$ 375.

Apesar de ter vencido a eleição de 30 de outubro, Lula só será presidente em janeiro e, portanto, não poderá aprovar nenhuma lei, especialmente uma que promova mudanças radicais no Auxílio Brasil, um dos principais projetos sociais do país. país atual.

O que realmente aconteceu foi exatamente o contrário. Lula e a equipe de transição liderada pelo vice-presidente indigitado Geraldo Alckmin (PSB) trabalham para aprovar propostas de emendas à Constituição (PEC) para garantir uma de suas promessas de campanha: o pagamento de R$ 600 ao Auxílio Brasil, mais o Auxílio Brasil bonificação de R$ 150 por criança menor de 6 anos nas famílias beneficiárias.

Até a última quinta-feira, a publicação destinada a promover a desinformação havia acumulado 110 mil visualizações e 10 mil curtidas no Facebook. Além disso, a postagem se tornaria viral no Whatsapp, uma plataforma onde o alcance não pode ser medido.

Para ilustrar as mentiras, uma reportagem veiculada em 15 de março de 2021 no SBT Brasil News foi usada para explicar o auxílio emergencial, uma política social diferente da atual Auxílio Brasil.

À época, a PEC sancionada autorizava apenas uma rodada adicional de pagamentos do auxílio emergencial, no valor de R$ 375, para mulheres chefes de família. Os benefícios emergenciais são pagos até outubro de 2021. A Auxílio Brasil foi fundada em dezembro.

Quais os planos do Governo do governo eleito para o Auxílio Brasil?

O presidente eleito Lula fez promessas em sua campanha para aumentar a doação do Auxílio Brasil. Sob o nome Bolsa Família, a iniciativa do governo visa transferir 600 reais como salário base e introduzir um aumento de mais 150 reais para cada criança menor de seis anos nas famílias beneficiárias.

Mas, para cumprir sua promessa, o governo de transição de 2023 se viu em uma situação difícil no orçamento federal. Assim, a previsão de contas públicas, enviada pela administração de Jair Bolsonaro (PL), ainda em agosto, previa apenas o pagamento de R$ 405 para cada família já inscrita no cadastro de beneficiários.

Por isso, uma equipe liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin trabalhou no texto do chamado Transição da PEC para emendar o orçamento, retirando as dotações necessárias para o desembolso do Auxílio Brasil – o futuro Bolsa Família – do teto de despesas. Para promover o programa social, estima-se que serão necessários aproximadamente 175 bilhões de reais em 2023.

O documento deve ser finalizado e enviado ao Congresso com urgência, pois tem até 16 de dezembro para analisar e obter a aprovação de pelo menos 308 deputados e 49 senadores, que serão incluídos no orçamento do próximo ano.

Se aprovada, a dissolução do Bolsa Família vai gerar 105 bilhões de reais no orçamento . Esses recursos já estão sendo investigados pela equipe de Transição como forma de garantir a promoção de outros programas comunitários desfavorecidos.

Caixa deve retomar consignado para Auxílio Brasil

A Caixa suspendeu sua oferta de empréstimo na última sexta-feira (4) depois de dizer que levaria seu hiato para processar a folha de pagamento federal.

A presidente da instituição financeira ressaltou nesta manhã que o empréstimo salarial será retomado assim que a Dataprev finalizar o processamento de pagamento.

Confira abaixo as instituições financeiras habilitadas para conceder o crédito:
  • Caixa Econômica Federal.
  • Banco Agibank S/A.
  • Banco Crefisa S/A.
  • Banco Daycoval S/A.
  • Banco Pan S/A.
  • Banco Safra S/A.
  • Capital Consig Sociedade de Crédito Direto S/A.
  • Facta Financeira S/A Crédito, Financiamento e Investimento.
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