Veja 5 benefícios que o autônomo tem direito, mas não sabe

O cenário do mercado brasileiro é composto por diversos tipos de empregos. Um muito comum é o autônomo. Esta categoria exerce atividades remuneradas ou, ocasionalmente, presta serviços a pessoas físicas ou jurídicas sem firmar vínculo empregatício.

Como exemplo, podemos citar pessoas que trabalham, como eletricista, diarista, encanador, empresário, autônomo. Quem aderir a esse modelo de trabalho pode se tornar contribuinte individual do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e, assim, garantir benefícios básicos em diversas situações.

Conheça 5 benefícios que todo trabalhador autônomo tem direito

Segue abaixo uma lista dos cinco benefícios do INSS oferecidos aos contribuintes autônomos:

1. Auxílio Acidente

Será liberado em caso de acidente ou doença persistente de qualquer natureza que restrinja ou impeça a capacidade profissional do trabalhador independente. O benefício então entra em jogo para cobrir segurados que não tenham a mesma capacidade de trabalho que outros.

2. Auxílio-doença

O benefício pode ser solicitado por empregados com problemas de saúde ou impossibilitados de exercer a atividade profissional por período superior a 15 dias. Se o funcionário não conseguir se recuperar, é oferecida uma pensão por invalidez.

3. Salário maternidade

É um benefício previdenciário destinado a mulheres que necessitam de afastamento do trabalho por ter filho, realização de aborto não criminal ou nos casos previstos em lei (como estupro ou ameaça à vida da mãe), ou ainda no caso de natimorto fetos (que morreram no parto ou no útero).

4. Auxílio-reclusão

Este é um direito ao seguro social para seus dependentes enquanto estiver na prisão ou não receber nenhum salário da empresa para a qual trabalhou. Também têm direito as pessoas que não recebem subsídio de doença, pensão ou prestação de serviços.

5. Reabilitação profissional

De acordo com a constituição federal, Lei nº 8.213 / 91, o benefício é oferecido ao segurado e seus dependentes para a retomada do emprego.

Na prática, após o afastamento, um profissional é delegado ao trabalho, mas com atividades menos importantes. Nesse caso, a ênfase está em garantir que o funcionário encontre uma nova profissão que lhe dê seu sustento.

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